É dando. . . . . . . . . . . . . Que se engravida.
Quem ri por último. . . É retardado.
Alegria de pobre. . . . . . . É impossível.
Quem com ferro fere. . . . Não sabe como dói.
Sol e chuva. . . . . . . . . . . Vou sair de guarda-chuva.
Em casa de ferreiro. . . . . Só tem ferro.
Devo, não pago. . . . . . . . . . Nego enquanto puder.
Quem tem boca vai. . . . . . Ao dentista.
Gato escaldado . . . . . . . . . Morre.
Quem espera. . . . . . . . . . . . Sempre cansa.
Quando um não quer. . . . . . . O outro insiste.
Os últimos. . . . . . . . . . . . . . . . Serão desclassificados.
Carro a álcool. . . . . . . . . . . Você ainda vai empurrar um.
Há males. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Que vem para pior.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Festa na selva
A bicharada resolveu fazer uma super festa na selva e assim que o baile ia começar, descobriram que estava faltando a guitarra.
Imediatamente o Leão, que era o responsável pelas músicas, virou-se para o bicho-preguiça e ordenou:
— Bicho-preguiça! Vá buscar a guitarra lá na cidade aqui perto!
Uma semana se passou e nada do bicho voltar com a guitarra. Putos da vida, os animais se reuniram e foram reclamar com o Leão:
— Isso já é demais! Que falta de consideração! — dizia um.
— O bicho-preguiça é um vagabundo! — rosnava outro.
— Ele não tem caráter — afirmava um terceiro.
E estavam nessa discussão quando, de repente, uma moita se abre e surge o bicho-preguiça, com um semblante entristecido:
— Se vocês continuarem me esculhambando eu não vou mais!
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